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Tai chi chuan e ioga podem ajudar a prevenir um segundo AVC

As duas práticas de origem oriental se mostraram efetivas na prevenção de um novo derrame.

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Publicado em: 11 de fevereiro de 2019

Cerca de 40% dos pacientes que tiveram um acidente vascular cerebral (AVC)vão sofrer com um segundo episódio. Para piorar, uma nova ruptura ou bloqueio dos vasos sanguíneos do cérebro costumam ser ainda mais drásticos.

Mas há maneiras de manejar os riscos de um derrame por meio do uso de remédios e mudanças no estilo de vida. Nesse contexto, pesquisadores da Universidade Monash, na Austrália, acabam de comprovar que o tai chi e a ioga podem integrar o rol de cuidados.

Após revisar 26 estudos sobre essas atividades, eles concluíram que a dupla ajuda a regular a pressão arterial e baixar o colesterol. “Além disso, minimizam a ansiedade e a depressão, fatores que também estão relacionados ao AVC”, observa a médica Tharshanah Thayabaranathan, principal autora do trabalho.

O que é ioga

Desenvolvida ao longo de milênios na Índia, mescla exercícios físicos e posturais com meditação e treinos de respiração. Hoje em dia, existem diversas vertentes — das mais tradicionais àquelas feitas em pranchas de surfe ou saunas.

E o que é o tai chi chuan

 

Arte marcial chinesa conhecida como uma forma de meditação em movimento. Braços, pernas e tronco se movem devagar pelo espaço seguindo muitas vezes as orientações de um instrutor. Traz tranquilidade e equilíbrio.

Mais medidas para reduzir os danos de um AVC

 

A neurologista Sheila Martins, da Rede Brasil AVC, listou algumas atitudes para driblar um novo derrame. Veja:

- Controlar fatores de risco: hipertensão, colesterol alto, diabetes, tabagismo e peso devem ser mantidos sob rédea curta;

- Adesão ao tratamento: medicamentos são essenciais para fazer o sangue circular normalmente pela cabeça;

- Reabilitação física: sessões de fisioterapia e atividade física ajudam a recuperar a força e tratar as sequelas;

- Vigiar os sintomas: perda de força nos braços, dormência e dificuldade para falar exigem socorro imediato.

Fonte: Saúde
Edição: C.S.  

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